O vídeo: Registro, leitura,transformação-formação de um movimento novo... de um olhar focado, tanto quanto mais amplo...e conectado!
O terreno: "Cotidiano"
Mercado Municipal de Mogi das Cruzes
Coreografia e Interpretação: Ariane Mascarenhas
Direção: Fernanda Moretti
Imagens e Edição: Erik Malaquias
Essa morena além de dançar belissimamente bem, interpreta a mulher brasileira como ninguém! Nota 10 em tudo que realiza, não é à toa que a escolheram... musa...
em algum lugar de nossa brasilidade ecoam flutuantes reflexos de uma nossa graça exclusivíssima e perene como se carícia involuntária solta e suspensa no tempo-espaço repleto de aromas ancestrais e sabores de fruta e de temperos mágicos e da boca detentora de segredos inconfessáveis e sublimes que dança nosso ser e estar como se isso fosse nossa única salvação. nostalgias. sentimentos fresquinhos e livres das agrotoxinas shopping-centerizantes de nosso ocaso. flerte no passeio público mental e eterno dentro de nós e q carregamos como amuletos e folhas secas dentro de livros. a poesia dança e nós (ainda) estamos salvos.
Ficou show ,muito lindo !!!!
ResponderExcluire olha... o mercado muncipal tem arte tem vida tem dança tem fruta tem de tudo...
ResponderExcluirIncrivel!!!
ResponderExcluirLindíssimo...
ResponderExcluirEssa morena além de dançar belissimamente bem, interpreta a mulher brasileira como ninguém! Nota 10 em tudo que realiza, não é à toa que a escolheram... musa...
ResponderExcluirem algum lugar de nossa brasilidade ecoam flutuantes reflexos de uma nossa graça exclusivíssima e perene como se carícia involuntária solta e suspensa no tempo-espaço repleto de aromas ancestrais e sabores de fruta e de temperos mágicos e da boca detentora de segredos inconfessáveis e sublimes que dança nosso ser e estar como se isso fosse nossa única salvação. nostalgias. sentimentos fresquinhos e livres das agrotoxinas shopping-centerizantes de nosso ocaso. flerte no passeio público mental e eterno dentro de nós e q carregamos como amuletos e folhas secas dentro de livros. a poesia dança e nós (ainda) estamos salvos.
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